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A partir da Revolução Industrial, as fábricas começaram a produzir objetos de consumo em larga escala e o homem passou a viver a era em que a maior parte dos produtos – desde guardanapos de papel, latas de refrigerante e até computadores – são jogados fora com enorme rapidez. Ao mesmo tempo, as áreas disponíveis para a colocação do lixo se tornaram escassas e a sujeira acumulada no ambiente aumentou a poluição do solo e das águas.

Entretanto, nos últimos anos nota-se uma tendência mundial em reaproveitar cada vez mais os produtos jogados no lixo para fabricação de novos objetos, por meio dos processos de reciclagem, o que representa economia de matéria-prima e de energia fornecidas pela natureza.

Para que os processos de reciclagem tornem-se possíveis e cada vez mais comuns, é importante que façamos uma criteriosa separação de tudo aquilo que jogamos fora, pois muito se pode reciclar, reduzindo consideravelmente a quantidade do lixo a ser coletado.


Veja como o lixo pode ser separado para a reciclagem:
  • Não misture recicláveis com orgânicos – sobras de alimentos, cascas de frutas e legumes. Coloque plásticos, vidros, metais e papéis em sacos separados.
  • Lave as embalagens do tipo longa vida, latas, garrafas e frascos de vidro e plástico. Seque-os antes de depositar nos coletores.
  • Papéis devem estar secos. Podem ser dobrados, mas não amassados.

O que não vai para o lixo reciclável?

Papel-carbono, etiqueta adesiva, fita crepe, guardanapos, fotografias, filtro de cigarros, papéis sujos, papéis sanitários, copos de papel. Cabos de panela e tomadas. Clipes, grampos, esponjas de aço, canos. Espelhos, cristais, cerâmicas, porcelana. Pilhas e baterias de celular devem ser devolvidas aos fabricantes ou depositadas em coletores específicos.

 

 

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