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Você tem conhecimento sobre os agrotóxicos que são utilizados durante o crescimento das frutas, legumes e verduras que fazem parte das suas refeições? O último relatório do Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos, realizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), traz dados alarmantes a respeito do excesso de agrotóxicos ou da presença de agrotóxicos não autorizados em 13 tipos de alimentos de origem vegetal.

Em 59% das amostras de morangos foram encontradas irregularidades relacionadas aos agrotóxicos, com a abobrinha o percentual chegou a 48%. Conforme a Anvisa, os agrotóxicos aplicados nas culturas agrícolas conseguem penetrar no interior de folhas e polpas dos vegetais. Mesmo ao utilizar procedimentos de lavagem e fazer a retirada de cascas e folhas, apenas a superfície dos alimentos fica limpa, isso quer dizer que os agrotóxicos contidos nas partes internas não são eliminados.

Segundo a Associação Brasileira de Saúde Coletiva, a ingestão de resíduos de agrotóxicos pode ocasionar efeitos crônicos que podem se manifestar meses, anos ou até décadas após a exposição, apresentando-se em várias doenças como cânceres, má formação congênita, distúrbios endócrinos, neurológicos e mentais. Algumas ações costumam ser eficazes para minimizar o risco de ingerir alimentos com resíduos de agrotóxico: 


• Dar preferência aos alimentos oriundos da agricultura orgânica ou agroecológica.

• Consumir frutas da época, pois há mais chances de serem saudáveis pelo fato da colheita estar em consonância com o relógio biológico da natureza, sendo necessário utilizar menos agrotóxico.
• Lavar bem os vegetais e frutas em água corrente, inclusive os que serão descascados.
• Descartar as folhas externas de alfaces, repolhos e vegetais semelhantes, exceto se os alimentos forem orgânicos ou agroecológicos.


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