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A Unimed Nordeste-RS é abrangente: com sede em Caxias, não deixa de olhar para os outros 15 municípios de sua área de abrangência. Uma das provas disso pôde ser conferida na noite de 31 de outubro, quando as secretárias da cidade e das redondezas deram um chega pra lá na preguiça e não deixaram de lotar o auditório de uma de nossas associações parceiras, a Apeme, para assistir à palestra “Como elevar a autoestima e conquistar a felicidade”, ministrada pela professora de pós-graduação em Gestão de Pessoas Daniella Gasperin.

As gurias que foram saíram de mais uma edição do Universo Secretárias sorridentes, se achando o máximo. E foi pra isso mesmo que promovemos o encontro, que teve o apoio do Sescoop, sob a coordenação do Espaço Médico.

Se você tá lendo este texto sem entender onde as secretárias arranjaram energia para olhar para si com tanto apreço, não pare de ler este texto. Está cabisbaixo, pensando apenas na sua cama quentinha, sem a menor vontade de tocar a vida para a frente? Aí é que não deve, messssmo, parar de ler.

Começamos por um puxão de orelha da Dani:

“Vocês enxergam, têm pernas, têm uma moradia, têm um emprego!”, disse de cara a palestrante, fazendo a plateia valorizar o tanto que já conquistou na vida, mas que muitas vezes acaba sendo esquecido porque sentimos falta do que ainda não temos. “Não admito que vocês saiam daqui sem se achar lindas e maravilhosas. Não aceito que vocês se deem uma nota menor do que 10, pois nós temos problemas, mas nós nos desenvolvemos, nós trabalhamos, não tem como a autoestima estar baixa, não.”

Mas o trabalho cansa, Dani. “Mas e já pensou como seria sem ele?”

“Uma pessoa que não trabalha a mente vai construir patologias. Quando estou trabalhando, eu tô me relacionando, tô lidando com pacientes que não são gentis, mas também com outros que são – e ainda ganho para realizar os meus sonhos, já pensou?”, disse ela. “Por isso a nossa autoestima tem que estar continuamente nota 10”, frisou.

Mas às vezes a gente nem percebe que está down, Dani. Como identificar?

“Uma pessoa com baixa autoestima só reclama. Porque tá frio. Porque tá quente. Quando estamos em um estado de reclamação, quando nos vitimizamos, quando falamos mal dos colegas, nossa autoestima está baixa.”

Pasme com esta:

“Quem não tem conteúdo, quem é raso em informações, quem não sabe falar sobre filosofia, sobre política, sobre assuntos que realmente interessam e que podem contribuir para o nosso desenvolvimento faz o quê? Pessoas assim, sem conteúdo, acabam falando de pessoas. Acabam falando mal de pessoas. Que mediocridade humana é essa?”, indagou ela, deixando-nos superiores àquelas que de nós falam mal por aí. “Com tanta coisa boa para fazer no planeta, pra que falar dos outros?”, completou.

Mas não é fácil estar sempre no “hahaha”, achando-se lindo de morrer, a gente sabe. Como, Dani, você consegue?

Ela ensina:

  • Seja uma pessoa incentivadora: o contraponto do ciúme e da inveja é o elogio, e tem dificuldade de contemplar o belo quem está com a autoestima enterrada.
  • Sorria e gargalhe: utilize o elixir da vida!
  • Olhe-se no espelho e se elogie. Você merece muitos elogios. (Em resumo, dê uma de Nazaré Tedesco, a impagável personagem de Renata Sorrah que se elogiava diante do espelho).
  • Adote três pilares de sucesso: foco (“Se você quer um carro de luxo, não aceite comprar um mais simples); concentração (“Tenho observado que o nível de concentração das pessoas, ainda mais por conta do celular, encontra-se muito baixo); e amor (“É nítido o olhar de uma pessoa que ama o que faz”).
  • E siga estes seis passos para realizar qualquer coisa na sua vida: trace metas e objetivos claramente definidos; tenha objetivos de curto (um ano), médio (um a cinco anos) e longo prazo (mais de cinco anos); escreva as suas metas; assine um termo de compromisso com você mesma; visualize seus objetivos; e construa um quadro de sonhos que você já realizou (“Porque muitas vezes nós não valorizamos o que já realizamos”).

Está se sentindo mais alto-astral? Tomara que sim. Empodere-se: você merece!


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