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O ano passado foi o mais quente já registrado na história do planeta desde que a Agência Oceânica e Atmosférica (NOAA, na sigla em inglês), dos Estados Unidos, começou a fazer a medição, em 1880. E o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) mostra que o calor, ao que parece, vai continuar: em São Paulo, por exemplo, janeiro de 2014 foi o mais quente em 72 anos. E 2015 já começou abafado na cidade: os vinte primeiros dias superam o ano anterior em mais de um grau (33,2° contra 32°).

Se este clima veio para ficar, é importante observar certos cuidados para conviver bem com ele e conservar a saúde e o bem-estar.

“Expor-se um pouco ao sol faz bem à saúde porque produz vitamina D. Porém, para isto, é importante estar bem preparado, usar roupas claras, de algodão, chapéu, óculos escuros e protetor solar, sempre passando uma nova camada na pele”, alerta o clínico geral Roberto Debski, cooperado da Unimed Santos.

O profissional afirma que a hidratação é ainda mais importante no verão, que vai até 20 de março, e que o consumo de água deve ser frequente. Para saber se você está sofrendo de desidratação, Debski dá dicas: “Se a urina estiver clarinha, tudo bem. Mas, se estiver amarelada, é sinal de desidratação. Outro teste é beliscar a pele. Caso a cor demore a voltar ao normal, é sinal de desidratação”.

Apesar da sensação de desconforto causada pelo calor excessivo, é possível manter certos hábitos, como a prática de exercícios físicos. O atleta só deve se lembrar de evitar ambientes abafados e sem climatização, manter-se hidratado, inclusive com bebidas naturais, como sucos de melão e de melancia, que são frutas ricas em líquido, não ingerir drinques açucarados, como refrigerantes, usar roupas leves e priorizar alimentos saudáveis para evitar intoxicações.


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